Não, não é o hit de sucesso dos anos 80 da Tina Turner, é o ExtJs .
Acho que no Brasil não tenho visto muito pessoas interessadas nas facilidades que os “Frameworks” baseados em Javascript (“client-side”) proporcionam.
Podemos contar com um número “n” de facilidades nas funcionalidades embutidas nesses “frameworks”, e não é para menos que o meu predileto, o “Ext”.
Afinal quem discorda que um dos “gargalos” no desenvolvimento de software é a camada de apresentação?
Vamos adiante para algumas explanações a respeito.
Do que se trata afinal o “Ext”?
Bem, na verdade a história do ExtJs começa no início de 2006, um cidadão dos bons, chamado Jack Slocum, começa a criar um conjunto de funcionalidades que extendiam a biblioteca criada pelo Yahoo.
Estas extensões foram rapidamente organizadas dentro de uma biblioteca independente e distribuída sobre o sugestivo nome yui-ext. Ao final de 2006, Jack liberou a versão final para uso.
Hoje a biblioteca possui vida própria, como o nome de Ext e possui duas licenças sobre LGPL e uma licença comercial.
Qual servidor é compatível com o “Ext”?
Como um framework “client-side”, o Ext pode rodar sobre qualquer servidor que processar requisições. Podemos citar alguns exemplos: Java, PHP, DotNet e muito mais. Já existem alguns frameworks server-side que possuem bibliotecas AJAX que tornam a vida do desenvolvedor tranquila para utilizar em conjunto com o “amado” o Ext.
O que mais é preciso para usá-lo?
As bibliotecas YUI, JQuery, Prototype/Script.aculo.us são incluidas no “framework”.
Como depurar erros em uma aplicação “client-side” baseada no “Ext”?
Já sei, todo mundo chora quando precisa depurar erros em uma aplicação “client-side”, mas hoje com o advento da colaboração da comunidade web foi possível criar “puglins” e “addons” para os sistemas de navegadores existentes.
Para o Firefox, os chamados “addons” mais utilizados são: Firebug, Web Developer e a ferramenta Venkman – o JS debugger.
Para IE, o ”puglin” Microsoft Developer Toolbar. Também há o DebugBar gratuito para uso pessoal.
Para os usuários do Opera, pode ser usado o Opera Developer Tools ou a alternativa Web Developer Toolbar & Menu for Opera.
Usuários Safari podem usar o Web Inspector para visualização da página ou habilitar Debug menu no próprio navegador.
Enfim, é um “framework” espetacular para trabalhar.
Eu uso e recomendo.
Até o próximo post,
Vida Longa e Próspera!
Maneiro esse FrameWork Ext, o legal que ele integra vários Framesworks JS conhecidos em um só, mão na roda.
Valeu!
Ola Vinicius. Estou desenvolvendo aplicações web ja faz algum tempo. Realmente, a camada de apresentação tem se mostrado o maior dos meus problemas. Estava desenvolvendo um aplicação em jquery mas na hora dos testes finais tive alguns problemas de compatibilidade nas máquinas dos meus usuários, em especial o terrível problema dos combos que ficam sempre sobre as divs. Navegando aqui e ali esbarrei na fantástica ExtJs. A turma que trabalhou nela é mesmo de outro mundo. Eu acho até que eles levam a Orientação a Objetos a sério demais. Sou do tempo do Clipper e do Pascal.
Estou tentando usar a ExtJs 2.0 mas a sua velocidade é terrivelmente baixa. Você está usando esta frameWork para desenvolver aplicações ou apenas web sites? Não aguento mais ouvir a fraze “O seu site é bem bonitinho mas a versão Clipper era bem mais rápida.”
Olá Ubirajara,
Em primeiro lugar, obrigado pelo seu “post”.
Trabalho com desenvolvimento de aplicações para plataforma web. O ExtJs como você viu em meu artigo e nos links é uma alternativa viável para camada de apresentação de uma aplicação web, seja corporativa ou web pública.
Claro que a curva de aprendizado para utilização no início é maior, mas quando você já possui a arquitetura de sua aplicação montada já facilita bastante.
Também sou da época do Clipper, mas não cheguei botar a mão na massa, assim posso dizer, e realmente, as algumas aplicações eram mais rápidas pelo fato de não possuir distribuição de recursos entre “clients” (navegadores, web browsers, protocolos), programação estruturada, entre outros milhares de aspectos que poderíamos ficar aqui o dia inteiro pontuando essas diferenças.
Hoje tudo é serviço, arquitetura orientada a serviço (SOA), serviços convergindo entre dispositivos, celulares que tocam vídeo e ao mesmo tempo é GPS, enfim, outra realidade.
Mas voltando a sua pergunta, eu utilizo o ExtJs tanto para desenvolvimento corporativo, ou seja, serviços disponibilizados pela internet para empresa que trabalho e também para projetos particulares.
O mais importante disso tudo é o mantenendor do framework. A que tudo indica, o pessoal responsável por deixar o framework compatível com quase todos os navegadores vão continuar evoluindo com o framework e o mais importante, oferecendo suporte.
Espero ter esclarecido, e novamente agradeço seu “post”.
Grande abraço!